Abrir empresa em Portugal: custos e vantagens

1 de Novembro de 2025 – o dia em que abri a minha empresa. Yeiii!

Se estás a ponderar fazer a transição de trabalhador independente para empresa, ou simplesmente queres perceber se vale a pena, este guia é para ti. Partilho, como habitual, a minha experiência real, com números concretos, custos exatos e as vantagens fiscais que descobri. O artigo inclui:

  • Quando percebi que compensava abrir empresa vs ficar como trabalhador independente
  • Custos reais de constituição e manutenção
  • Como funciona a tributação (IRC vs IRS progressivo)
  • Estratégias legais para retirar dinheiro da empresa

O porquê da minha decisão

Houve dois grandes motivos a incentivar esta decisão: rendimentos progressivos enquanto trabalhadora independente e a aflição da roda do rato em que me senti pela primeira vez.

Rendimentos e tributação

Nesta fase da minha jornada, no FIRE Flamingo, eu só preciso de rendimentos para cobrir as minhas despesas. Não preciso de poupar, não preciso de investir. É só ter dinheiro para pagar as contas.

A realidade deste meu ano como trabalhadora independente foi totalmente diferente de todas as estimativas e simulações. Em vez dos 969€ médios que estava a considerar nas estimativas, a realidade foi que faturei, em média +4000€ por mês. Nunca vi ninguém queixar-se de dinheiro a mais e não vou ser eu a fazê-lo agora, isso é um facto, mas a verdade é que a avalanche de obrigações fiscais que isto desencadeia é imensa e eu não gostei nada de ter de lidar com ela.

Em outubro, somava já 65.000€ de faturação. Isto significa que cada € que faturasse daí em diante, até reiniciar a 1 de janeiro, seria taxado da seguinte forma:

  • 44,6% de IRS (sobre 75% da faturação)
  • 21,4% de Segurança Social (sobre 70% da faturação)

Por cada 100€ de serviços prestados, 33,45€ seriam para pagar IRS (100*44,6%*75%) e 14,98€ seriam para pagar Segurança Social (100*21,4%*70%). Na SS dá para reduzir 25%, portanto usando essa opção passaria a 11,24€. 44,69€ para obrigações fiscais, 55,31€ para mim.

Ou seja, neste ponto, poderia contar ficar apenas com praticamente com metade daquilo que faturasse. É fantástico “trabalharmos para nós”, nos nossos projetos, mas esta carga pesadíssima desvirtua um bocado a coisa, porque afinal só metade do tempo é que estaria realmente a trabalhar para mim.

Com uma empresa isto não acontece, não há impostos progressivos. A taxa de IRC é de 16% para os primeiros 50.000€ e 20% daí em diante. Bem mais simpático que os 45% que me esperavam!

A roda do rato

Nunca me tinha sentido na roda do rato. Mesmo quando nem sonhava que o FIRE era uma possibilidade, sempre poupei e nunca me senti pressionada para elevar o estilo de vida. Este ano, a trabalhar por conta própria, senti pela primeira vez a aflição e o sufoco que é estar preso neste ciclo de ter de trabalhar mais e mais para pagar despesas mais elevadas.

Surgiu pela primeira vez em setembro, quando paguei quase 5.000€ em impostos e Segurança Social. O pensamento foi:
“Tenho de faturar cada vez mais (e valores elevadíssimos!) só para pagar os impostos do que já passou.”

Bem sei que com organização isto se evita. Se em cada mês colocarmos logo de parte aquilo que teremos de pagar no trimestre seguinte, já não há a sensação de estar a correr atrás do prejuízo. Mas odiei a sensação de estar presa a um ciclo!

Portanto, voltar a ter um salário foi o segundo motivo para querer abrir empresa.

O dinheiro é da empresa, não meu

Há uma diferença brutal entre os dois cenários: antes o dinheiro que caía na minha conta era meu e fazia o que bem queria com ele (só tinha de garantir que cumpria as obrigações fiscais), agora o dinheiro é da empresa e tem de ser usado em produtos e serviços que sejam necessários para a operação e desenvolvimento da atividade.

Isto pode ser um problema para quem está a utilizar a totalidade do que recebe. Pelos motivos que expliquei anteriormente, para mim não é. É incrível faturar 5 ou 6 mil euros, mas a verdade é que só preciso de 1000 para pagar as minhas contas. Tudo o resto é só um bónus que poderá antecipar a independência financeira total, algo que não tenho pressa nenhuma em atingir e pode bem ser conseguido apenas pelo poder do juro composto, sem eu adicionar mais poupança para acelerar.

Como retiro dinheiro da empresa

Sou sócia-gerente, por isso retiro um salário. O meu salário é um custo da empresa, que abaterá na faturação para apuramento dos lucros. A nível individual, pago IRS e Segurança Social como qualquer trabalhador por conta de outrém. Neste caso são valores reduzidos, porque optei por receber o salário mínimo nacional, 870€.

Outros benefícios que recebo, além do salário base, incluem:

  • Subsídio de alimentação (10,20€/dia – limite máximo para ser isento de SS e IRS)
  • Seguro de saúde (ainda não está ativo, mas é uma despesa que deixarei de ter na esfera pessoal)
  • Passe de transportes públicos (40€, isento de SS e IRS)
  • Ginásio e fitness (isento de SS)
  • PPR (isento de SS)

Estou a usar a Coverflex* para tudo isto, porque é bastante conveniente. Tanto para a empresa (é só carregar o saldo, fazendo transferência bancária), como para o funcionário (eu!), que só tem de pagar com o cartão coverflex ou submeter a despesa na app, anexando foto da fatura, e pedir o reembolso.

Outra coisa super fixe é que conseguimos ver automaticamente quais os tipos de benefícios fiscais que cada forma de apoio tem. Alguns são isentos de SS e/ou de IRS, o que reduz significativamente os custos.

*Se usares este link para registares a tua empresa na Coverflex, recebemos ambos 100€ em saldo.

Para mim, que não estou de modo algum a contar com apoios sociais, seja para desemprego ou para reforma e já estou cada vez mais próxima da independência financeira total (67%, yeii!), descontar mais para a segurança social não me traz grandes vantagens. Por isso faz-me todo o sentido ter um salário mais baixo e depois receber este tipo de apoios, que são isentos de SS (poupo 11% a nível individual + 23% na empresa!).

O que fazer ao dinheiro da empresa

Tenho duas certezas neste momento:

  1. O FIRE Flamingo levar-me-á ao FIRE tradicional. Construí a minha base financeira, tenho o meu património a crescer sozinho, e tudo o que tenho de fazer agora é assegurar as minhas despesas correntes. Felizmente, isso representa valores bastante baixos, que um salário mínimo e os benefícios referidos conseguem suprir. Não preciso de receber 5000€ por mês, nem perto disso.
  2. Nenhum dos meus ativos teve tão boas rentabilidades como o meu próprio negócio. Portanto, mesmo que o objetivo seja multiplicar capital, não vejo melhor forma de o fazer do que reinvestir dentro da própria empresa. Seja em material ou ferramentas que me permitam ser mais eficiente, seja em contratar pessoas que me ajudem a fazer tarefas em que não seja tão boa, seja em formações para elevar o valor daquilo que consigo entregar – há muitas formas de utilizar o dinheiro para gerar ainda mais dinheiro, neste projeto que tanto gosto.

Outra coisa que descobri é que dá para investir através da empresa. A única corretora que o permite é a Interactive Brokers e honestamente ainda não explorei muito esta opção, mas é mais um caminho possível que coloco em cima da mesa.

As burocracias de abrir empresa

Abrir empresa, em Portugal, é um filme! É a primeira prova de fogo, porque juro que dá vontade de desistir (umas 454628 vezes) antes mesmo de começar.

Apareceu-me uma notícia há dias a dizer que a Dinamarca vai banir o correio postal a partir de 1 de janeiro de 2026. Riso nervoso. Em Portugal, só podemos abrir atividade nas finanças quando recebemos a senha por carta. A minha demorou duas semanas a chegar, sendo que temos 15 dias para o fazer a partir do momento em que registamos a empresa – prazo legal. Temos de fazer mas não podemos fazer, porque a carta vem pelo correio.

Esta é apenas uma das anedotas sem graça com que nos podemos deparar. São muitas e deixarei o tema para outro artigo, pode ser?

Aqui vou resumir só as coisas importantes que temos de tratar:

  • Definir o tipo de empresa, capital social, códigos de atividade e descrição das funções da empresa (podemos ter tantos CAE quantos quisermos e é melhor pôr todos os possíveis logo de início, porque as alterações subsequentes têm custo)
  • Pedir o Certificado de Admissibilidade, se quisermos escolher o nome da empresa. Caso contrário, temos de escolher um nome dos da lista, tipo “Pimpolhos Saltitantes”
  • Abrir a empresa (informação aqui)
  • Registo no Livro de Reclamações
  • Comprar livro de Atas (há alternativas gratuitas, pode-se imprimir as folhas e criar o livro de atas)
  • Seguro de Acidentes de Trabalho para os funcionários
  • Criar ViaCTT (desde 2024 não é obrigatório, basta ativar as notificações eletrónicas nas finanças)
  • Abrir conta no banco e depositar o Capital Social (Novo banco tem conta gratuita para novas empresas nos primeiros 2 anos)
  • Inscrição nas Finanças
  • Inscrição na Segurança Social

Claro que não fiz nada disto sozinha. Simplesmente fiz o que a minha contabilista me mandou, criei conta onde ela me disse para criar e assinei os papeis que ela me enviou para assinar. 😅

Timings do processo

26 de setembro fiz o pedido de certificado de admissibilidade e a 27 de outubro recebi a confirmação de que o pedido tinha sido aceite. Abri empresa no dia 1 de novembro. Dia 5 tive a certidão permanente. Dia 5 criei conta na Coverflex. Dia 7 tinha a conta bancária já ativa. Dia 12 recebi as cartas das finanças e da Segurança Social, com as respetivas palavras-passe para poder iniciar atividade nos portais.

Claro que houve assim muitas outras coisas a acontecer pelo meio, mas o mais importante está aqui.

Empresa vs. Trabalho independente

Vamos a uma simulação dos custos nestes 2 meses de atividade em 2025, comparando as duas situações possíveis?

Vamos assumir 20.000€ de faturação e 1500€ de despesas, iguais em ambos os cenários.

Como trabalhadora independente, pagaria então 8922€ em obrigações fiscais:

  • Segurança Social: 2247€ (aplicando a redução de 25%)
  • IRS: 6675€

O lucro após descontar despesas e impostos seria de 11 078€.

Com a empresa, os custos são de:

  • Salário e benefícios: 2974€
  • Segurança Social empresa: 380,42 (MOE geral 20,4%*1874€)
  • Despesas: 1500€
  • IRC: 2423€ ([faturação – despesas]*16%)
  • IRS a nível individual: 1323€ (rendimentos * 44,6%)
  • SS a nível individual: 206€ (rendimentos *11%)

Com a empresa pago 4333€ em obrigações fiscais. Uma poupança de 4589€!

Atenção que isto são tudo contas por alto. Há benefícios que até têm majoração nas despesas para o cálculo do IRC (como é o caso do passe de transportes públicos) e há despesas que não deduzem para efeitos deste cálculo. Mas pronto, em números redondos dá para perceber bem aqui o impacto financeiro desta decisão.

Se desejasse retirar todo o lucro (12 723€) para esfera pessoal, pagaria 28% ou 22,3% se englobasse (entra no escalão mas só 50% é considerado para apuração de imposto) nestes dividendos:

  • 3562€ à taxa de 28%
  • 2837€ com englobamento, tendo em conta o escalão de IRS

O valor total de impostos, neste caso, considerando tanto o pago do lado da empresa como na esfera pessoal, seria de 7170€. Ou seja, 1752€ a menos que como TI.

Questões da nossa comunidade

Abri uma caixinha de perguntas, pedi que me colocassem todas as dúvidas deste processo. Passarei a responder daqui em diante e, se tiveres alguma que não conste desta lista, deixa nos comentários e eu trato de atualizar.

É melhor começar com atividade aberta e depois abrir empresa?

Sim, sempre! Abrir empresas traz responsabilidades e custos que como trabalhador independente não se tem. Um contabilista, por exemplo, é opcional quando se trata de TI e obrigatório para empresa.

Como TI temos imensos benefícios. Isenção de IVA até um determinado valor de faturação, isenção de SS nos primeiros anos de atividade, isenção de SS se tivermos um trabalho por conta de outrem em paralelo no qual já estejamos a descontar o suficiente, etc.

Ter uma ideia (que nem sabemos como vai correr) e abrir empresa não faz sentido nenhum. Faz-se a nível individual e, no momento em que fizer sentido (se algum dia fizer, pode nunca acontecer), pondera-se essa decisão.

Existiria algum benefício em ser um casal a abrir empresa em vez de ser só uma pessoa?

A única coisa que me salta logo à vista é que se o projeto é dos dois, faz sentido ambos ser sócios. Se é o projeto apenas de um, não sei se faz assim tanto sentido, nem sei se há alguma vantagem que o possa justificar. Mas o melhor é validar a situação particular com um contabilista.

É preciso ter bastantes despesas para compensar?

Não, até por um pormenor importante. Podemos ser trabalhadores independentes e ter contabilidade organizada (e por isso as despesas entram no cálculo do apuramento de lucros) e podemos ter uma empresa no regime simplificado (em que continuamos a aplicar os coeficientes para apuramento de lucro, caso as despesas sejam reduzidas e este regime compense).

Importa mais aquilo que pretendemos para o futuro, para o nosso negócio. O números obviamente são super importantes, claro, mas não há essa regra de “a partir de x despesas ou faturação compensa abrir empresa”. Claro que se não tivermos faturação que permita sequer pagar a um contabilista, então não tem lógica abrir empresa.

A partir de que valores vale a pena? Principalmente considerando o IRS jovem

Cada caso é um caso, principalmente com a particularidade do IRS jovem. As isenções são totalmente diferentes no primeiro ano e no 9º ou 10º. O melhor é falarmos com alguém que perceba do assunto e que nos consiga guiar no melhor caminho tendo em conta a nossa situação específica.

Recomendo muito a minha contabilista. Atenta, cuidadosa e proativa! A melhor combinação, porque acho que o que procuramos não é simplesmente alguém que cumpra com as obrigações ficais, mas que nos chame a atenção para as opções existentes e possíveis pontos de optimização.

Para além de subsídio de alimentação e ginásio, como podemos usar o dinheiro da empresa?

Vê a lista dos benefícios coverflex* que deixei acima. São tudo possibilidades para oferecer “extras” aos funcionários, sem a carga adicional da SS. Fora benefícios para colaboradores, o dinheiro pode ser usado em tudo o que esteja associado à atividade e operação da empresa.

Quais as despesas de abrir empresa?

Uma lista daquilo que eu gastei:

  • 75€ do certificado de admissibilidade (para poder escolher o nome, é opcional)
  • 220€ para abrir empresa online (custa 360 se for presencial)
  • 1000€ de Capital Social (o valor mínimo é 1€ por sócio)
  • 46€ para o livro de atas
  • 103€ para subscrição do Coverflex
  • 295€ para ter uma morada fiscal (opcional, pode usar-se um espaço próprio ou a morada de casa)

No total gastei 1739€. Lembrando que o capital social saiu do meu bolso pessoal e que podia ter colocado 1€, mas tudo o resto já são despesas da empresa.

A partir de que % de despesas face à faturação vale a pena abrir empresa?

Como disse anteriormente, isto não é critério. O que esta relação pode ajudar a decidir é o regime em que se fica: contabilidade organizada ou regime simplificado.

Um negócio que tenha faturação alta mas poucas despesas, compensa abrir?

Pode compensar muito, pode não compensar nada eheh. Agenda uma reunião com um contabilista que te consiga simular tudo isso e dar-te mais clareza nos melhores passos a seguir.

Negócios que sejam isentos de IVA na maioria da faturação, faz sentido abrir?

O IVA não deveria ser fator de decisão, por um motivo: é o cliente que paga esse imposto. Nós somos portadores temporários desse valor. Cobramos 100€+IVA, 123€, sabendo que os 23€ serão para entregar ao estado. Caso a atividade seja isenta de IVA, simplesmente cobramos os 100€.

Na prática, para o negócio, o IVA é apenas dinheiro que temos em caixa mas que nunca é nosso porque será entregue ao estado mais tarde ou mais cedo.

Quais as despesas para manter a empresa aberta mensalmente?

Custo de contabilidade, que rondará os 100-200€ por mês para negócios mais pequenos. E todos os custos inerentes à atividade em si, que será diferente para todos.

Fala com um contabilista, só ele saberá olhar para a situação e números e responder

Aqui vou inverter a coisa e colocar todas as perguntas que têm a mesma resposta: fala com um contabilista.

  • Melhor LDA ou SA?
  • CAE da empresa cai em transparência fiscal?
  • Saber o que é necessário e a melhor abordagem para todos os impostos que é preciso pagar
  • Compensa mais comprar imóvel por empresa ou a título individual?

Conclusão: Vale a pena abrir empresa em Portugal?

Para mim, neste momento do tempo, a resposta foi um sim claro. Passei de pagar 48% em impostos para uma taxa fixa de 16-20% de IRC e tributação bem reduzida com o salário mínimo a nível individual. Recuperei estabilidade financeira, tanto a nível de rendimentos como de despesas, e eliminei a sensação de estar presa na roda do rato.

Mas cada caso é único e, como vimos, não dá para apontar um momento ou um número que faça sentido para todos. O melhor será sempre falar com um contabilista para esclarecer o melhor caminho.

Como está a tua situação profissional? Também andas com estas dúvidas existenciais?

Disclaimer: A autora do blog Dama de Ouros não fornece recomendações ou aconselhamento financeiro. Todo o conteúdo presente neste blog tem apenas fins informativos e educacionais, sendo qualquer decisão de investimento da responsabilidade do leitor. É um diário de bordo da sua própria jornada para a independência financeira.

Links assinalados com * são afiliados, o que significa que recebo uma pequena comissão se os utilizares. Obrigada pelo apoio 🫶

6 thoughts on “Abrir empresa em Portugal: custos e vantagens

  1. Bom dia. Excelente artigo. Foi um dos melhores que eu vi sobre este tema. Na tua jornada atual de FIRE, em que buscas rendimentos, porque não investes em algumas boas empresas portuguesas que pagam bons dividendos e se os declarares no teu IRS (modelo E), apenas são tributados sobre 50% desses rendimentos, ou seja todos os anos serás reembolsada de uma parte do IRS, como também irá acontecer quando levantares os teus “dividendos” da tua empresa?

    1. Olá!

      Antes de mais, obrigada pelo feedback sobre o artigo! 🙂
      O problema do englobamento é que se tem de englobar tudo da categoria, não dá para ser seletivo. E até este ano os benefícios de um lado não compensariam os do outro. A somar a isto, tive uma estratégia 100% focada em acumulação nos primeiros 6 anos da jornada, por isso dividendos não era algo que me interessasse.
      Agora a situação será totalmente diferente: menos rendimentos na esfera pessoal, por isso o englobamento já é mais interessante, e também maior foco nessa construção dos rendimentos passivos, porque os objetivos de longo prazo de acumulação estão assegurados. Vou sem dúvida estudar e olhar para isso com atenção em 2026!

      Feliz Nataaal!

  2. Olá desde já agradeço as tuas partilhas, pois ajudam bastante. Pretendia saber onde conseguiste pagar 295€ para ter uma morada fiscal?

    Feliz natal

    1. Olá!

      Pesquisa “escritório virtual” e aparecem imensas opções por todo o país, os valores são sempre muito semelhantes.
      Dá para pagar mais e ter por exemplo salas de reunião durante x horas por mês, mas se for o básico de receber correspondência e usar a morada ficam todas por esse preço

  3. Olá.
    Parabéns pelo teu percurso.

    Uma questão em relação à Converflex, para teres a possibilidade desses benefícios que enumeras acima, tens de pagar um fee mensal/anual, certo?
    Salvo erro 84€/ano, para teres acesso á Wallet?

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *