FIRE com Obrigações

O livro que introduz, em detalhe, o papel das obrigações, na jornada para a reforma antecipada. Da teoria – o que são e que tipos existem – à prática – como investir e como integrar num plano para o FIRE. 🔥

Este livro aprofunda um dos ativos que podemos usar a nosso favor para construir a nossa independência financeira: obrigações.

Decidi começar por este ativo porque acredito que é o que terá mais impacto na população portuguesa. Na nossa cultura, nascemos e crescemos com aversão ao risco, e a resistência à mudança é inerente a todos nós.  O desconhecido é desconfortável. Por isso, se os portugueses preferem investimento na chamada renda fixa, então este é o tema mais urgente.

Os certificados de aforro e do tesouro são os produtos de investimentos preferidos dos portugueses. Segundo dados do Banco de Portugal, em 2023 bateram-se todos os records existentes, por uma margem que não deixa dúvidas. Em apenas quatro meses de 2023, o investimento em certificados de aforro totalizou 10 698 milhões de euros, uma média de 89 milhões de euros… por dia! Mesmo em junho, com o lançamento da nova série F – com condições piores do que as anteriores – o investimento mensal superou a média anual de 2022, já essa elevadíssima.

Mas será que esta é a única forma de investir em títulos de dívida? Não, de todo.

  1. primeira parte do livro apresenta uma visão geral do que são obrigações, tipos que existem e características desta classe de ativos. Pretende construir as bases teóricas para que possamos tomar decisões conscientes e informadas.
  2. Na segunda parte, faz-se a ligação da teoria à parte prática do investimento em obrigações e títulos de dívida nacionais, internacionais, corporativas e governamentais. Diretamente, numa obrigação específica, e de forma diversificada, através de ETF.
  3. terceira parte une toda esta informação ao movimento FIRE: o papel das obrigações na reforma antecipada e as vantagens e desvantagens de as ter no portefólio.

Este livro é para quem quer preservar o seu capital. E é também para os que, como eu, aceitam ter o dinheiro a trabalhar para si de uma forma mais agressiva, mas querem adicionar uma rede de segurança e otimizar o seu portefólio.

Os tempos estão difíceis e o futuro é incerto. Cabe-nos fazer o que está ao nosso alcance para controlar o que pode ser controlado e melhorar o que tem margem de progressão. Espero que este livro ajude. ❤️‍🔥🫶

Ao falhar a preparação, preparamo-nos para falhar.” – Benjamin Franklin

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13 thoughts on “FIRE com Obrigações

  1. Boa noite, uma dúvida relativamente à compra de obrigações ou ETF de obrigações de forma o FIRE.
    Entendo que as obrigações sejam um instrumento que servem para equilibrar a carteira em momentos de crise, mas uma vez que o meu objetivo não é vender UP’s antes de atingir o FIRE não me deveria concentrar apenas no que traz mais valor? Quando atingir o FIRE a venda dessas UPs de obrigações ou ETF de obrigações não terão um crescimento comparativamente a um ETF sobre o S&P500. De que forma é que a compra e venda de obrigações e ETFs de obrigações quando atingir o FIRE poderá incrementar o meu património investido?
    Obrigada e Parabéns!

    1. Olá!

      Há todo um capítulo do livro a falar das vantagens do rebalanceamento, por isso fica difícil explicar num comentário. Mas basicamente, tendo ativos não correlacionados na carteira, podemos reforçar nas quedas e ter, no global, rentabilidades mais altas do que se tivessemos apenas um. E tudo isso reduzindo o risco 🙂

      1. Percebo, mas de forma a ter a alguma rentabilidade com essa dversificação tenho de aproveitar as quedas no stock market e vender esses etfs de obrigações antes de atingir o FIRE. é isso?
        Colocando em termos práticos, ao atingir o meu FIRE a tendência é que o valor dos etfs de ações tenha subido de valor e os de obrigações tenham tido pequenas oscilações no seu valor. Desta forma, não contabilizando a questão da redução do risco, acabamos sempre por não obter qualquer lucro na venda destes ativos de obrigações. e portanto a longo prazo a sua renatbilidade foi praticamente nula. Estou a pensar bem?
        Falta uma peça neste puzzle para perceber a lógica completa neste tipo de investimentos não correlacionados numa óptica e perspetiva de longo pazo.
        Obrigada

        1. Não é preciso necessariamente vender. Pode ser simplesmente a escolha do investimento do mês, aproveitando ao máximo as oscilações do mercado.

          Sobre a segunda parte:
          Mesmo que o preço não varie (e varia), nunca te podes esquecer dos juros que foste recebendo ao longo do tempo.
          Em ativos desse tipo, de renda fixa, é pela taxa de dividendos/juros que vês mais facilmente a rentabilidade.

          Exemplo: compro uma casa por 100.000€ e vendo por 100.000€ passados 10 anos. Nesse período esteve sempre arrendada por 400€. Porque o preço de compra e venda foi o mesmo, isso significa que não ganhei nada?
          Ganhei 48.000€. 4,8% por ano.

          1. Percebido!!! Esqueci-me do facto do ETF de obrigaçoes (acum) vai aumentar o seu valor com o recebimento dos juros das obrigações do mundo.
            Obrigada

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